9 tecnologias dos anos 1990 que são desconhecidas por crianças de hoje – Listas

Poucas coisas são tão eficientes quanto a tecnologia a nos ofertar mostras da passagem do tempo. Pessoas nascidas em um intervalo de uma década de diferença provavelmente experimentarão um mundo completamente distinto e, muitas vezes, não reconhecerão itens tecnológicos que eram comuns há uma ou duas décadas.

juso listamos nove exemplos de aparato e produtos relacionados a tecnologia que eram comum nos anos 1990, mas são irreconhecíveis pelas crianças de hoje em dia. Confira!

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CDs

Está suficientemente, é verdade que hoje em dia inclusive então usamos discos ópticos no videogame ou, inclusive então, em aparato de Blu-Ray. Nos anos 1990, todavia, os CDs eram sinônimo de música de qualidade – inclusive então que isso viesse com um custo adicional. Era suficiente comum que adolescentes mais abastados ostentassem pilhas e pilhas de caixinhas com os álbuns dos seus artistas favoritos. Com o surgimento do MP3 e, posteriormente, dos serviços de streaming, usar um disco a ouvir músicas se tornou um tanto que ficou no passado.

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Fitas K7

Se os CDs, mais modernos, já são um tanto irreconhecíveis pelas crianças de hoje, as fitas K7 são praticamente indecifráveis a eles. Criadas muito precedentemente dos CDs, elas acabavam sendo uma vicissitude de menor preço e qualidade a quem desejava reproduzir ou gravar músicas – sim, isso era feito ao se gravar transmissões de rádio. Ao longo dos próprios anos 1990, elas caíram em desuso e, hoje, são peça de museu.

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Telefone com fio e disco

Quem conseguisse desfrutar uma linha telefônica fixa no Brasil no início dos anos 1990 invariavelmente acabaria convivendo com esse maquinismo. Sim: se você quisesse dizer ao telefone, não poderia implementar isso enquanto caminha pela casa, e a “discar” um número, era preciso girar um disco. Com o barateamento das linhas no país e do mesmo modo dos aparato sem fio (nos primeiros, era comum ouvirmos mais interferências do que a voz do interlocutor), o maquinismo praticamente sumiu. Vai dizer que você nunca se perguntou por que aquela foto clássica de crianças “falando” ao telefone não é reproduzida no Facebook ou no Instagram? Hoje, os aparato com fio costumam ser usados na maior parte do tempo em escritórios.

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Celulares flip

Da metade dos anos 1990 em diante, os celulares começaram a se popularizar no Brasil e no mundo. E os aparato mais “chiques” costumavam desfrutar uma característica comum: a vão em “flip”, desdobrando as duas metades do gadget. Com o surgimento dos smartphones, esse formato caiu em desuso em prol de telas sensíveis ao toque e um formato padrão envolvendo uma grande tela.

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Pagers

Companheiros inseparáveis dos médicos, esses pequenos dispositivos eram uma espécie de “maquinismo de SMS”. Por meio deles, era viável mandar mensagens de texto, uma tecnologia simples, mais confiável do que as incipientes redes de celular.

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Videocassetes e suas fitas

Se hoje já é mais comum usarmos serviços de streaming a assistirmos filmes – o que colocou Blu-Rays em segundo plano e praticamente aposentou os aparato de DVD -, imagina o nível de ostracismo obtido pelos videocassetes e suas fitas VHS. Eles existiram em seu apogeu durante os anos 1990 e motivaram a criação de inúmeras videolocadoras pelo país. Grandes e pouco práticos – muitas vezes era preciso rebobinar as fitas a começar a ver um filme, o que costumava demorar alguns minutos -, eles caminharam a passo largo rumo à extinção nos últimos anos da década.

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maquinismo de som portátil

Se hoje temos caixinhas de som Bluetooth e uma livraria quase infinita de músicas em serviços como o Deezer e o Spotify, desfrutar um um maquinismo de som portátil era sonho de consumo de muitos adolescentes há duas décadas. Se fosse um capaz de tocar fitas K-7 e CDs, então, era ostentação pura. Hoje, é um tanto que definitivamente passe longe da maioria das salas e dos quartos das pessoas, inclusive então que seja fácil esbarrar modelos modernizados sendo vendidos por então.

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Cartucho de videogame

Hoje vemos o adiantamento da distribuição digital de games e algumas plataformas, como o PC, praticamente aboliram as mídias físicas a jogos. Há pouco mais de duas décadas, todavia, a conjunção era muito distinto: enquanto os discos (na forma do CD) engatinhavam a se tornarem mídia padrão a games, os cartuchos dominavam a época. Videogames icônicos, como o Atari, o Nintendinho e a dupla Super Nintendo e Mega Drive usavam esse formato e, muitas vezes, implementar uma “fita” funcionar era uma sorte tão grande quanto jogar o game em si.

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Disquete

Aos poucos os computadores e notebooks abandonam drives leitores de discos em prol de itens como pendrives e cartões de memória. Nos anos 1990, todavia, a mídia de armazenagem mais comum eram os disquetes, com “incríveis” 1,73 MB de armazenagem nas versões de 5″1/4 mais avançadas e 5,62 MB nos modelos de 3″1/2 mais “modernos”. ofertar um desses na mão de uma criança e esperar que ela identifique do que se trata é garantia de risadas.

9 tecnologias dos anos 1990 que são desconhecidas por crianças de hoje – Listas

Fonte: https://tecnologia.uol.com.br/listas/9-tecnologias-dos-anos-1990-que-sao-desconhecidas-por-criancas-de-hoje.htm