As duas mulheres mortas a facadas no Egito eram alemãs

As duas mulheres assassinadas nesta sexta-feira em um balnear no Egito são alemãs, anunciou neste sábado o ministério tudesco das Relações Exteriores.

As duas turistas morreram em um incorrimento com faca que igualmente deixou outras quatro mulheres feridas em uma praia do balnear de Hurghada, no leste do Egito.

O agressor, cuja identidade é desconhecida, nadou já o local, a praia particular de um hotel, desde uma praia pública vizinha, informou o Ministério do Interior egípcio. As forças de segurança conseguiram detê-lo e, no interrogatório, ele o estão interrogando no sentido de entender a motivação do incorrimento. Ele admitiu que “abraçou a ideologia jihadista”.

Seja qual for a causa do incorrimento, este pode ser um duro golpe no sentido de o Egito, que tentava voltar a deslumbrar os turistas logo anos de instabilidade.

Reinava certa confusão sobre a nacionalidade das vítimas. O jornal do governo Al-Ahram afirmou em sua edição online que duas turistas ucranianas morreram e outras quatro pessoas ficaram feridas. Mas o embaixador de Kiev no Cairo assegurou à uma emissora privada da Ucrânia que nenhum de seus cidadãos faleceu em Hurghada.

Um responsável do Ministério egípcio de Saúde indicou depois, sob anonimado, que “as duas estrangeiras assassinadas eram alemães”.

As autoridades armênias assinalaram que dois de seus cidadãos estavam entre os feridos e o Ministério das Relações Exteriores tcheco anunciou que um cidadão sofreu um ferimento leve.

Horas precedentemente, já então na sexta-feira, três homens armados mataram cinco policiais egípcios no sul do Cairo.

Abriram fogo contra um carro da polícia e depois fugiram, matando um suboficial, três recrutas e um detetive, segundo o Ministério do Interior.

O assalto aconteceu perto da cidade de Badrashin, a 20 km ao sul da capital, onde a polícia já foi atacada em outras ocasiões. Ninguém reivindicou o incorrimento já já.

Desde que o Exército egípcio derrubou, em 2013, o presidente Mohamed Morsi, membro da Irmandade Muçulmana, grupos extremistas multiplicaram os ataques contra militares e policiais, matando centenas deles, sobretudo no Sinai.

Na sexta da semana passada, o ramo egípcio do grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou um incorrimento no norte do Sinai, no qual morreram 21 policiais, e o grupo extremista Hasam assumiu a lavra do homicídio de um oficial de polícia ao norte do Cairo.

logo um duplo incorrimento suicida reivindicado pelo EI contra duas igrejas coptas ao norte da capital, que deixaram 45 mortos em abril, o presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi, declarou estado de emergência durante três meses e o prolongou já julho.

Em janeiro de 2016, três turistas foram feridos em Hurghada em um incorrimento com recurso branca executado por duas pessoas suspeitas de manter vínculos com o EI.

Esta estação balneária é muito popular entre os turistas ucranianos e europeus em geral.

O Egito reforçou a segurança em seus lugares turísticos depois de vários atentados cometidos nos últimos anos, que atingiram um setor-chave no sentido de a economia do país.

As duas mulheres mortas a facadas no Egito eram alemãs

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/duas-mulheres-mortas-facadas-egito-eram-alem%C3%A3s-113817457.html