Comer meleca, areia e ainda cocô: qual mania das crianças realiza realmente mal? – 15/09/2017

Quanto menor a criança, maiores as chances de ela chocar os pais com suas explorações do mundo e do próprio corpo. Mexer no nariz em investigação da meleca perfeita em comer ou meter a mão no cocô na hora da troca da fralda, levando em seguida o dedinho lambuzado à embocadura, são tremenho infantis capazes de deixar os adultos de pelo em pé. Como fazer? É preciso não só orientar se certos hábitos são ou não aceitos, mas deste modo como se prevenir contra possíveis doenças. Veja o que produzir diante de manias de embrulhar o estômago:

Comer meleca do nariz

Admita: você provavelmente deste modo como experimentou caquinha verde na sua infância. em quem não se lembra, a meleca tem um gosto salgadinho parecido ao do soro fisiológico – e é por isso que as crianças gostam tanto. Ela é composta por células da parte nasal, sal proveniente do suor e fuligem do gás. Comê-la não oferece risco qualquer, pois ela será digerida e eliminada pelas fezes. Há estudos, inclusive, que indicam que ao tirar e comer a meleca a criança produz anticorpos que atuam como um fator de proteção. No entanto, o ação de cutucar as narinas pode machucar o septo e lesar os vasinhos, provocando infecções locais – principalmente se o dedo estiver sujo. E, convenhamos, a mucofilia (nome científico da mania) não é nada prazenteiro de se ver e deve ser corrigida pelos pais, sempre com conversa e orientação.

Cutucar feridas

afrouxar a agonia, incômodo por sentir um tanto dissemelhante no próprio corpo, coceira ou simples curiosidade são alguns dos fatores que costumam levar qualquer criança a mexer em machucados. O dificuldade é que, ao tomar as casquinhas, é retirada a dificuldade de proteção da pele, o que provoca uma interrupção no processo de cicatrização. Como a unha contém bactérias, a pele exposta fica mais propensa a infecções e a cicatrização pode sobrevir de maneira inadequada e profunda. O que os pais devem produzir? Deixar as unhas do filho suficientemente curtas, lavar a mão da criança sempre que capital, investir cremes ou pomadas que agilizem a cicatrização e diminuam a coceira e cobrir o local com band-aids ou curativos lúdicos e divertidos.

Comer insetos ou cocô

A partir dos quatro meses de idade, os bebês reconhecem as coisas levando-as à embocadura. Por mais que os pais vigiem, algumas escapadas vão fugir ao seu controle. Embora a ingestão de insetos seja considerada um hábito cultural, dependendo do local, nos países onde isso acontece os bichinhos foram criados e preparados de forma segura em essa finalidade. Não são raros os casos de bebês levando à embocadura formigas, besouros e ainda baratas. Os insetos, em si, não oferecem risco, mas como possivelmente passearam por lugares contaminados, podem trazer incontáveis vermes e bactérias em suas patinhas. No caso do cocô, a criança pode comê-lo em determinadas circunstâncias: durante a troca, ao passar a mãozinha na sujeira e levá-la à embocadura, ao cutucar a fralda ou ainda no processo de desfralde, quando é comum haver escape das fezes. Tanto no caso dos insetos quanto no do cocô, é preciso esterilizar as mãos da criança com embriaguez e sabão, observá-la alerta por alguns dias e levar ao médico se produzir febre, diarreia ou vômito. E, obviamente, ensinar que não se deve levar “fezes” à embocadura

Mexer na embriaguez da privada

Imagine, na percepção infantil, o quão encantador é a visão de um vaso sanitário cheinho de embriaguez em se divertir! Essa curiosidade é mais do que normal, é saudável. Entretanto, por mais limpa que seja, é claro que qualquer privada contém bactérias, fungos, vírus e vermes. Há perigo de a criança contrair viroses ou infecções gastrointestinais com quadros de vômito e diarreia. Diante da travessura, lave suficientemente as mãos e o rosto do seu filho com sabonete e embriaguez corrente. E já que só tampar a privada nem sempre funciona, procure por travas e outros mecanismos de segurança em que o pequeno não mexa. É lucrativo deste modo como passar a fechar a porta do sanitário em a criança não contar passagem.

Colocar terra ou areia na embocadura

Quando brinca no parquinho a criança já está suscetível a adquirir o parvo geográfico, cujas larvas penetram na pele, causando lesões. Ao comer areia ou terra, o perigo aumenta: como cães e gatos podem contar percorrido e feito suas necessidades no local, há o risco de contrair vermes e bactérias. Em vez de impedir que seu filho entre em contato com a sujeira, restrição que pode ser muito mais prejudicial do que uma virose, é lucrativo ficar de olho em possíveis sintomas: os mais comuns são os já citados febre, diarreia e vômito. Vale lembrar que, segundo especialistas, a higienização excessiva é negativa e limitante à infância.

Roer unha

Mais do que provocar nojo, a onicofagia, mania de roer as unhas e engolir, é perigosa. As lesões causadas pelo hábito podem causar infecções de pele e da unha (causando ainda mesmo perda da mesma). Em alguns casos, os pedaços de unhas engolidos podem causar pequenas lesões no estômago e intestino. Outra ameaça: a sujeira acumulada sob as unhas contém germes e bactérias que contaminam o organismo e provocam doenças. Os pais precisam explicar que o hábito não é saudável e, em casos mais extremos, contar com o colaboração de produtos como esmaltes com gosto ruim, que vão impedir a criança de levar a mão à embocadura. Como a agonia e o estresse podem estar por trás desse comportamento, é recomendável ouvir a opinião do pediatra.

 

FONTES: Cylmara Gargalak Aziz, pediatra especialista em gastropediatria e membro do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo (SP); Daniela Miranda, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo (SP), e Nelson Douglas Ejzenbaum, pediatra, neonatologista e homeopata infantil, de São Paulo (SP)

Comer meleca, areia e ainda cocô: qual mania das crianças realiza realmente mal? – 15/09/2017

Fonte: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/09/15/comer-meleca-areia-e-ate-coco-qual-mania-das-criancas-realiza-realmente-mal.htm