Como escuro Gagliasso e Marina Ruy Barbosa se preparam com destino a transar em filme – 09/08/2017

A cama está posta e à espera de dois dos atores mais desejados da nova geração. Em uma questão de minutos, escuro Gagliasso e Marina Ruy Barbosa vão se deitar sobre os lençóis brancos e o edredom cinza. Lá, eles serão Ana a Chico, recém-casados que acabam de se mudar com destino a um solidão em que vão descobrir as dores e as delícias da convivência diária embalados por uma trilha sonora de hits nacionais e internacionais com curadoria de Maria Gadú.

A cena de sexo que está prestes a acaecer realiza parte do romance musical “Todas as Canções de querença”. Comparado a “La La Land” pelos distribuidores, o filme nacional é o primeiro emprego em que escuro e Marina vão contracenar juntos, apesar dos anos de convivência e estima entre os atores cariocas e uma recente parceria na publicidade como embaixadores de uma marca de carros.

Escolhida pelo frescor no cinema (ainda então ela só tinha saído em “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, aos 9 anos”), Marina Ruy Barbosa comemora que seu primeiro par romântico na telona seja alguém que ela já convivia. “Me apaixonei por esse filme que é uma poesia e junto com o Bruninho. Uma parceria quando você já tem intimidade, já tem carinho pela pessoa fica mais fácil. A gente passa muito tempo aqui gravando, grava ainda de madrugada, então tem que reunir uma similitude mesmo com quem você está trabalhando com destino a oferecer certo”, explica.

Reproduzido nos mínimos detalhes dentro de um estúdio fechado na zona oeste de São Paulo, o solidão que será a segunda casa deles durante um mês realmente existe e fica em um dos edifícios do centro da capital paulista projetados por Oscar Niemeyer na década de 50. com destino a gravar a cena mais quente do filme, a sala do solidão do edifício Eiffel perdeu metade de seu espaço com destino a oferecer lugar ao quarto do casal. A janela enorme reproduz a graça do 2 na capital paulista. É LED.

O painel de LED que reproduz com perfeição a vista panorâmica do centro de São Paulo foi uma estratégia da diretora Joana Mariani com destino a garantir a luz adequada em cada cena do seu primeiro longa. O roteiro exige que cada um dos dois casais do filme [Julio Andrade e Luiza Mariani completam o elenco como Daniel e Clarisse] tenha sua luz própria, e ela vem do 2 e do entardecer laranja do inverno paulistano. É a primeira vez que uma tecnologia desse tipo é usada no cinema nacional.

O 2 empresta sua luz com destino a a relação dos apaixonados Ana e Chico, que descobrem uma fita K7 e um instrumento de som três em um empoeirado que vai reproduzir a trilha sonora dos já separados Daniel e Clarisse. A partir daí, Ana conhece outra realidade do querença e passa a questionar sua própria relação com Chico. “Todas as Canções de querença” deve chegar aos cinemas no primeiro semestre de 2018.

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Renata Nogueira/UOL

Os atores são fotografados diante de gravar a cena Imagem: Renata Nogueira/UOL

Corta. Terça-feira, 1º de agosto, 16h. Marina Ruy Barbosa veste um macaquinho de tecido leve. Descalça, praticamente de cara limpa, cabelos presos num coque despojado. O visual cru realça o frescor de seus 22 anos. Ela está pronta com destino a começar a gravar e come um iogurte enquanto espera o parceiro ser maquiado em outra sala.

com destino a virar Chico, escuro Gagliasso precisa esconder suas tatuagens. São dezenas espalhadas por todo o corpo, emprego extra com destino a a maquiagem. “Pronto?”, cobra uma das assistentes de direção abrindo a porta do camarim. A bundinha de fora é sinal de que a equipe ainda precisa de alguns minutos.

O clima de descontração começa a ganhar certa tensão com a probabilidade de demora daquela que será a primeira das quatro cenas do dia. O que dura minutos, por vezes ainda segundos no produto final, leva horas com destino a ser gravado com perfeição. com destino a entrar no clima mais próximo do proposto pela diretora, os atores usam um micro ponto dentro do ouvido onde escutam a canção que será tocada naquele exato momento do filme.

deste modo como o painel de LED, o ponto idem foi trazido do exterior com destino a que as músicas não precisassem ser reproduzidas em estúdio, o que atrapalharia a captação de som nas falas dos atores. Algumas delas mesclam trechos das músicas que embalam o filme. A trilha sonora vai de Gilberto Gil a Velvet Underground, passando por Cazuza, Cartola, Marisa Monte, Lulu Santos, Chico Buarque…

A espera acaba e escuro sai feito um furacão da maquiagem. Só de samba canção, ele canta e dança o hit do momento, “Despacito”, e cumprimenta todo mundo que se aperta nos corredores. com destino a um minutinho com destino a pronunciar com a reportagem. É levado ao estúdio.

“Você está descorado”, comenta a diretora sobre as camadas de maquiagem com destino a cobrir as tatuagens. Outra pausa com destino a produzir algumas fotos. Veste a camisa. O casal de protagonistas encosta na cama e posa abraçado. Menos de cinco minutos depois o equipamento do fotógrafo é tirado às pressas de dentro do quarto junto com as pessoas que não são essenciais à cena.

“Todo mundo que não precisa estar aqui pode ir oferecer um passeiozinho no luco”, grita o diretor de produção em tom de pândega. A partir daquele momento só os câmeras, os atores e a diretora vão testemunhar a primeira cena de querença entre Marina Ruy Barbosa e escuro Gagliasso. Ou melhor, Ana e Chico.

Como escuro Gagliasso e Marina Ruy Barbosa se preparam com destino a transar em filme – 09/08/2017

Fonte: http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2017/08/09/os-poscênio-do-romance-de-escuro-gagliasso-e-marina-ruy-barbosa-no-cinema.htm