Como o Flamengo perdeu o brasileiro e o técnico em um turno – Esporte

Ao montar seu elenco em o brasileiro, estava claro que o Flamengo se posicionava como um dos candidatos ao título, com vários jogadores suso da média nacional. depois um turno,com a derrota em o Vitória em casa, o clube está virtualmente fora da disputa pela taça como se constata com qualquer conta simples. E demitiu o técnico Zé Ricardo que mantivera depois a queda na Libertadores.

Concluído o primeiro turno, o Flamengo soma 29 pontos, a 18 do líder disparado Corinthians. Como empatou muito, na prática, precisaria de sete rodadas em ultrapassar o ponteiro, restando 19 jogos. Não há nenhum precedente no brasileiro, nem na lógica, também que o líder não fosse uma equipe que pouco falha como a corintiana.

Dito isso, passemos a tentar entender como o time de Zé Ricardo passou de sectário a no máximo postulante ao G4. E isso começa pela eliminação na Libertadores, logo depois a segunda rodada do Nacional. Naquela campanha, o time já exibia as qualidades e principalmente os defeitos que o levaram a capengar no brasileiro.

É um time de jibóia precisão de passe e que controla a balão, muitas vezes dominando o rival. É dos times com maior tino no quesito no Nacional, segundo o site Footstats. Por isso, aumenta suas chances de chegar ao gol rival.

concomitantemente, comete erros primários nas zonas decisivas do campo. Na Libertadores, dominou jogos que perdeu fora, Universidad Católica e musculoso-PR. No brasileiro, perdeu gols incríveis contra Corinthians (Diego), Santos (Viseu), Palmeiras (Diego pênalti perdido), Vitória (Viseu), todas partidas em que acabou derrotado ou com empates.

É um contrariedade coletivo, não de um centroavante ou só do opugnação. O time não tem a concentração necessária, ou está excessivamente nervoso. Difícil saber. Fato é que o contrariedade existe há meses e Zé Ricardo não o resolveu: concentração é, sim, treinada. Não levo muito fé em expressões como ”DNA perdedor”, mas em equipes que são seguras na execução dos aspectos técnicos. Essas ganham como é o caso corintiano.

E o mesmo ocorreu na defesa. Jogadores cometem erros em lances fáceis (como o de Arão neste domingo), em posicionamento equivocado em marcar (veja os sete gols sofridos contra o Santos), em bolas altas. A lista é grande e envolve do goleiro a todos os jogadores do sistema defensivo. De novo, uma defesa assaz treinada não comete esse tipo de erros em tal quantidade.

Se compararmos com o brasileiro-2016, o Flamengo hodierno tem um média de gols feitos um pouco melhor (1,42 a 1,36), e uma média de gols tomados pior (1 contra 0,92). Em resumo, desde que encontrou um padrão em o time no meio do Nacional do idade passado, Zé Ricardo não conseguiu fazê-lo evoluir nos aspectos que faltavam. Teve mais opções, melhores jogadores, e entrega menos do que no idade passado.

E isso se explica destarte como pelos seus equívocos nas escolhas de jogadores. Insistiu por muito tempo com jogadores que erravam muito (não era os únicos) como Márcio Araújo, Vaz, Muralha. também fez outras opções difíceis de captar como preferir em geral Geuvânio, recém-contratado e sem ritmo, a um Berrío em jibóia fase.

Quando caiu na Libertadores, o Flamengo precisava de uma mudança, e a diretoria do clube decidiu que esta deveria ocorrer com o mesmo Zé Ricardo. Isso teve a ver com o presidente Eduardo lábaro de Mello entender que a rotatividade de técnicos é prejudicial, e que errou quando trocou muito técnico. Naquele momento, entendi que a decisão era correta.

Mas, passados 20 jogos depois aquela queda, o time rubro-negro comete erros parecidos e não evoluiu nada. A saída de Zé Ricardo, portanto, é justificada. Não adiantava lhe adjudicar mais tempo se havia uma estagnação. Caberá ao Flamengo actualmente na escolha do novo técnico encaminhar alguém que dê um perfil ao seu departamento de futebol, uma cara. É um tanto que a diretoria rubro-negra também não conseguiu em sua gestão em que pese seus acertos na campo administrativa e financeira.

Como o Flamengo perdeu o brasileiro e o técnico em um turno – Esporte

Fonte: https://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2017/08/07/como-o-flamengo-ficou-sem-chance-de-titulo-do-brasileiro-em-um-turno/