Conheça 9 dos casamentos mais polêmicos da história – 12/10/2017

Ataques de ciúme, vestidos chocantes, relacionamentos marcados por carraspana, inexistência ou excesso de sexo. Saiba os poscênio de algumas das uniões mais controversas de todos os tempos.

A primeira a casar por adoração

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Albert de Sanjonia-Coburgo-Gotha e Rainha Victoria Imagem: Divulgação

Numa época em que acordos e interesses políticos pontuavam os relacionamentos, a Rainha Victoria foi a primeira pessoa da realeza britânica a se casar por adoração, em 1840. Foi ela quem pediu a mão de seu primo – e grande adoração de sua vida -, o príncipe Albert de Sanjonia-Coburgo-Gotha. Cheia de marra e opinião, Victoria também mandou às favas a mania vigente de usar tons fortes na cerimônia e optou por um vestido cano, iniciando a tradição vigente já os dias atuais. Ela identicamente usou um véu, acessório já então vetado à nobreza, e comemorou o casório às 13 horas, quando o comum era realizar as celebrações à noite. Os dois ficaram juntos por 23 anos, já a morte de Albert. Victoria passou 10 anos em luto, vestindo preto e dormindo todos os dias com a foto do querido a seu lado, em um travesseiro.

Sem sexo

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Luís XVI e Maria Antonieta Imagem: Divulgação

Celebrado em 16 de maio de 1770 no suntuoso Palácio de Versalhes, o casamento de Luís XVI e Maria Antonieta só foi consumado depois de sete anos. O rapaz sofria de fimose e sentia dificuldade em manter as ereções. E não queria de jeito nenhum operar (um pouco já que compreensível, levando-se em conta as condições clínicas e higiênicas da época), alegando que Deus o tinha feito daquele jeito. Quando finalmente se convenceu, consumou o casamento, aos 23 anos, mas nunca foi muito chegado a sexo (pelo menos, não com a esposa). Maria Antonieta, na verdade, já tinha sofrido uma decepção na primeira vez em que botou os olhos nele: como a união se consolidara por motivações políticas, ela só o conheceu pouco anteriormente da cerimônia. E ficou passada: Luís XVI era suficientemente desajeitado e sem encanto. Segundo estudiosos, a ostentação e o luxo tão apreciados pela rainha francesa eram uma forma de compensar a falta de entusiasmo do marido.

Duração: 55 horas

Getty Images

Britney Spears Imagem: Getty Images

Em sua fase vida loka, Britney Spears protagonizou o casamento mais rápido do mundo das celebridades. Em 2004, depois de uma noite regada a etanol, a então princesinha do pop trocou alianças com Jason Alexander, seu amante de infância, em uma capela em Las Vegas. Dois dias depois, o casal se deu conta da ostentação que tinha feito e entrou com um pedido de neutralização da união.

Noiva ciumenta, convidada em fuga

AFP PHOTO DDP/DAVID HECKER GERMANY OUT

Ronaldo e Daniella Cicarelli Imagem: AFP PHOTO DDP/DAVID HECKER GERMANY OUT

Pompa e circunstância poderiam haver definido com exatidão a cerimônia de casamento entre a modelo Daniella Cicarelli e o jogador de futebol Ronaldo em fevereiro de 2005. Poderiam, porque o casório ficou marcado não só pelo luxo, mas pelo barraco protagonizado pela noiva ao topar no local – o Castelo de Chantilly, na França – uma antiga inimiga, a identicamente modelo Caroline Bittencourt. Dani expulsou a moça porque, segundo mexericos na época, as duas namoraram o mesmo empresário, João Paulo Diniz. A versão oficial é que o nome de Carol não estava na lista de convidados e que outras pessoas foram obrigadas a se retirar. A união, que durou exclusivamente três meses, foi permeada por timaca e crises de ciúme. Anos depois, Cicarelli admitiu haver quebrado o calculador de Ronaldo seguidamente flagrá-lo trocando mensagens quentes com outra mulher.

Infelizes em sempre

Martyn Hayhow/Reuters

Príncipe Charles e Princesa Diana Imagem: Martyn Hayhow/Reuters

Charles, príncipe de Gales, e a nobre Diana Spencer protagonizaram o casamento mais icônico do século XX. Realizado em 1981, na St. Paul’s Cathedral, em Londres, foi transmitido ao vivo em mais de 750 milhões de pessoas em todo o mundo. Confeccionado em seda e decorado com 10 mil pérolas, o vestido de Lady Di se tornou um dos mais icônicos da história da moda. Aos olhos do assistência, Diana era a mais perfeita encarnação moderna das princesas dos contos de fadas. Nos corredores do Palácio de Kensington, mas, o dia a dia da moça estava suficientemente longe de ser um encanto. Charles era insensível e nunca havia se desligado totalmente de uma ex, hoje sua esposa, Camilla Parker-Bowles, e detalhes da relação extraconjugal volta e meia se tornavam públicos, em humilhação da princesa. Depois do divórcio, em 1992, veio à tona a referência de que Diana identicamente havia tido um caso de cinco anos com seu instrutor de equitação. Entre as consequências da pressão exercida pela realeza, ela desenvolveu acoria. Vítima fatal de um coincidência de carro em Paris, Diana teve seu funeral visto pela TV por quase 2,5 bilhões de pessoas e foi homenageada com 50 milhões de ramalhetes de flores. Charles e Camilla seguem casados desde 2005.

Pretinho elementar e adoração eterno

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Joe DiMaggio e Marilyn Monroe Imagem: Divulgação

Em seu segundo casamento, em 1954, Marilyn Monroe já era a deusa-mor de Hollywood. Não à toa, aproveitou sua condição de celebridade em chocar a sociedade conservadora da época ao surgir vestida de preto em trocar alianças com Joe DiMaggio, lendário jogador de basebol. A peça, elegante e moderna, tinha comprimento midi. lá do visual, a própria união foi motivo de choque entre o assistência e a imprensa, que tratava Marilyn como uma celebridade volúvel e vulgar. Joe, apaixonadíssimo, escolheu em a ocasião a mesma gravata que tinha usado no primeiro encontro com a diva. O casamento durou exclusivamente nove meses por conta do ciúme excessivo de DiMaggio, que ficou uma fera ao ver a famosa cena em que o respiradouro do metrô esvoaça o vestido cano de Marilyn no filme “O pecado mora ao lado” (1955). Entretanto, DiMaggio nunca a tirou do coração: ele não só tentou salvar a ex da depressão quando ela se divorciou do dramaturgo Arthur Miller, em 1961, como bancou as despesas de seu funeral, no idade seguinte. Ele também cumpriu a promessa que lhe havia feito de enfeitar seu túmulo a cada semana caso ela morresse: durante duas décadas, ele enviava rosas brancas em a lápide da namorada três vezes por semana.

Redes sociais e orgulho gay

AFP

Elton John e David Furnish Imagem: AFP

seguidamente 21 anos juntos, o músico Elton John e o cineasta David Furnish se casaram na mansão do casal, na Inglaterra, em 2014. A cerimônia foi privada, mas ambos compartilharam fotos em tempo real no Instagram com a hashtag #ShareTheLove (#CompartilheOAmor). Em 2013, o consentimento legal em uniões entre pessoas do mesmo sexo na Inglaterra e no País de Gales foi emitido pela rainha Elizabeth II – um melhoria enorme que repercutiu no mundo todo. Na ocasião, Elton John, que sempre militou pelos direitos dos homossexuais, lembrou que ser gay na Grã-Bretanha nas décadas de 1950 e 1960 era “um delito”. O manhoso e o parceiro há haviam assinado a união civil em 2005 e são pais de dois meninos, Zachary e Elijah, de seis e quatro anos, nascidos de um a outro lado de gestação em pança de aluguel.

8 casamentos, um só adoração

Reprodução

“Quem Tem Medo de Virgínia Woolf”, com Elizabeth Taylor e Richard Burton Imagem: Reprodução

Segundo consta, quando Elizabeth Taylor e Richard Burton filmaram sua primeira cena de adoração em Cléopatra a química entre os dois foi tão forte que as pessoas presentes no set ficaram com medo de o estúdio pegar fogo. Casados e com filhos, logo selaram um caso que não faziam a menor questão de esconder – inclusive, continuavam a se pegar mesmo depois de o diretor Mankiewicz gritar “Corta!”. Liz já colecionava polêmicas, como o fato de haver se envolvido com o cantor Eddie Fischer, marido de sua melhor concubina, Debbie Reynolds. Com problemas ligados ao ao etanol e pouco disposto a se separar da mulher, Burton agredia a amador emocional e fisicamente. Por dois anos eles viveram uma relação conturbada e agressiva que gerou, inclusive, uma chamada pública do Vaticano por indecência. Quando enfim decidiram ficar juntos, viveram um período de calma e nos anos 1960 formavam o casal mas popular do mundo. Aos poucos, contudo, o relacionamento foi sendo envenenado por gastos exorbitantes, bebedeiras homéricas, drogas de todo o tipo e inúmeras doenças. Em 1968, Liz teve seu útero retirado e ficou traumatizada, pois não havia conseguido engravidar de Burton. seguidamente mais trocas de xingamentos, culpas e agressões, separaram-se em 1973. E, em escândalo geral, voltaram a se casar dois anos depois em se largarem de vez exclusivamente três meses depois. Quando o intérprete morreu, em 1984, ela quase enlouqueceu. Liz, que morreu em 2011, chegou a se casar mais duas vezes, mas nunca escondeu de ninguém que Burton foi seu verdadeiro adoração.

Paixão incontrolável e troca de parceiros

Fábio Motta/Estadão Conteúdo

Imagem: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

Em 1990, o empresário Eike Batista e Patrícia Leal, herdeira de uma rica e tradicional família carioca, casaram-se numa cerimônia religiosa reservadíssima. A união civil, marcada em seis dias depois, nunca chegou a sair. Nesse pequeno intervalo, Eike conheceu Luma de Oliveira, uma das mulheres mais desejadas do Brasil na época, e ficou de quatro pela diva. A desistência foi um escândalo no high society do Rio de Janeiro – Patricia era tão conhecida que inspirou o termo “patricinha”, adotado em se referir às meninas ricas e suficientemente vestidas. Quatro meses depois, Eike e Luma se casaram – por uma irônica coincidência, suficientemente no dia do natalício de Pat. Como cereja do bolada, Luma surgiu com um modelito curtíssimo ostentando não só as coxas torneadas como uma pança saliente – estava no terceiro mês de gestação do primogênito, Thor. Patrícia conseguiu a neutralização do casamento no Vaticano e se casou em 1992 com Antenor Mayrink Veiga, ex-namorado adivinhe de quem? Luma. Nenhuma das uniões resistiu ao tempo.

LIVROS CONSULTADOS:
“O guia das curiosas” (Panda Books), de Marcelo Duarte e Inês de Castro
“O guia dos curiosos – Sexo” (Panda Books), de Marcelo Duarte e Jairo Bauer (psicólogo)
“Paixões – namoro e desamores que mudaram a história” (Ediouro), de Rosa Montero

Conheça 9 dos casamentos mais polêmicos da história – 12/10/2017

Fonte: https://estilo.uol.com.br/casamento/noticias/redacao/2017/10/12/conheca-9-dos-casamentos-mais-polemicos-da-historia.htm