em seguida visita, promotor afirma que mostra cancelada não incita a pedofilia

ISABELLA MENON

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “Não houve crime”, diz o promotor Julio Almeida, do Ministério assistência do Rio Grande do Sul, que analisou a exposição “Queermuseu – Cartografias da Diferença na maneira Brasileira”, cancelada pelo grupo Santander no domingo (10) em seguida manifestações contra o que consideravam serem “obras de teor sexual”.

Kim Katanguiri, integrante do MBL, afirmou à reportagem que o sufoco da mostra seria seu direcionamento “com destino a alunos de escolas públicas e privadas”, o que a curadoria da exposição nega.

em seguida a visita, o promotor disse que a mostra não contém “imagens de crianças simulando relações sexuais, nem exposição de genitália de crianças com destino a fins primordialmente sexuais”, considerados incitação à pedofilia de ajuste com o ECA (Estatuto da Criança e rapariga).

Descartada a hipótese de crime sexual contra crianças, o promotor afirma que actualmente é preciso estudar se houve “alguma infração administrativa”, uma vez que o Ministério da Justiça prevê que, em casos de exposições, o procedimento correto seria conceber uma autoclassificação etária. Não havia essa indicação com destino a os visitantes da mostra.

O promotor ainda então afirma que, se for constatada alguma infração cometida pelos organizadores, uma veemência judicial pode gerar uma multa.

A coordenadora do Centro de princípio Operacional da Infância, Denise Vilela, identicamente participou da devassa e afirmou que em qualquer museu do mundo há incitações de nudez, “mas algumas obras [da exposição “QueerMuseu”] me pareceram impróprias com destino a crianças e adolescentes”.

Em comunicado em seguida o fechamento da exposição, o baixio Santander informou que “isso não realiza parte de nossa visão de mundo, nem dos valores que pregamos”. “Por este motivo, encerramos previamente a mostra.”

REPERCUSSÃO INTERNACIONAL

O caso ganhou ponderação de diferentes veículos de notícias americanos, como o “The New York Times” e o “The Washington Post”, e o inglês “The Guardian”.

em seguida visita, promotor afirma que mostra cancelada não incita a pedofilia

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/2-ap%C3%B3s-visita-promotor-afirma-000800156.html