Em seu último dia, Festival Fartura tem quitutes goianos e poesia

AMANDA NOGUEIRA

SÃO PAULO (FOLHAPRESS) – Mais cheio do que no primeiro dia, o segundo e último dia da edição paulistana do festival Fartura promoveu um momento de resgate da cultura goiana neste domingo (16), no Jockey Club.

No Espaço Conhecimento Senac, Ebe Lima apresentou o Mulheres Coralinas, projeto de capacitação de mulheres realizado pela Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia.

Lima mostrou alguns quitutes descritos na obra da poeta -e diante, doceira- Cora Coralina, como a cocada de fita, conhecida hoje por sua variação como flor de coco.

“São receitas que estão há três gerações em Goiás e fazem parte da tradição local”, diz Lima, que é professora de literatura e coordenou o projeto com 150 mulheres entre 2014 e 2016.

O ponto destemido foi quando Lima declamou trechos de “Minha Infância Freudiana” e “O Prato cerúleo Pombinho”, de Coralina.

“Ela era uma empreendedora e hoje é inspiração no sentido de as mulheres, é o maior capital cultural da cidade”.

Enquanto Lima declamava, um grupo aprendia a conceber moqueca capixaba no estante ao lado. Essas foram simplesmente duas das 80 atrações gastronômicas programadas no evento.

O festival continua ainda as 20h deste domingo (16). A organização estima receber um assistência de 10 mil pessoas ao longo dos dois dias e servir 24 mil pratos, totalizando 10 toneladas de comida.

Em seu último dia, Festival Fartura tem quitutes goianos e poesia

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/em-seu-%C3%BAltimo-dia-festival-191600994.html