estima, ternura e sustentáculo. anfiteatro Corinthians une torcedores e forma “família” – Futebol

no sentido de quem não está habituado, o grito frenético de Dona Wanda no comunicação ao setor Sul da anfiteatro Corinthians pode já estremecer. A tono realiza parte do roteiro colocado em prática em todos os jogos do time alvinegro em Itaquera. no sentido de o grupo que frequenta o local com frequência, entretanto, a cena é corriqueira.

Ao lado da torcedora emblemática do Corinthians, que sempre traz uma emblema do Paraguai à mão em homenagem ao agressor Romero, estão dezenas de torcedores, todos com hábitos repetidos e extremo zelo um com os outros. Todos tornaram-se unido devido à convivência intensa nos jogos da equipe paulista.

A “família” corintiana se encontra em todos os jogos do Corinthians na anfiteatro e é dividida em alguns grupos ao longo de todo o local. Na primeira fileira, o espaço mais disputado do setor, torcedores formam pelo menos dois grupos, nos blocos 411 e 412.

“Aquela família é inseparável. Onde um está, o outro tem e estar junto. Inaugurou o estádio [em maio de 2014] e a gente se conheceu lá. A gente não se conhecia. Fomos formando essa família”, contou Dona Wanda, de 68 anos, em entrevista ao UOL Esporte.

Um dos torcedores que assiste às partidas do Corinthians ao lado de Dona Wanda é Daniel Zanelli. Os dois têm a mesma rotina do restante do grupo: gostam de chegar cedo no estádio no sentido de conseguir um espaço na primeira fileira do setor, assaz próximo a um dos gols da anfiteatro.

“Não há lugar cativo, mas entramos 2h30 precedentemente do jogo e já ficamos por lá. Criamos uma torcida chamada família 412”, frisou o torcedor de 26 anos, que conheceu Marcel e Natalia no estádio corintiano há um idade e meio.

acervação pessoal

Com Dona Wanda (ao centro), torcedores mostram união pelo Corinthians no setor Sul

Marcel, por sua vez, passou a ir aos jogos com Natalia depois de dedicar uma carona à torcedora de 32 anos. “Ela é prima de um amante meu. Um dia eu estava indo a um jogo e demos carona a ela. Ela já conhecia o Daniel e me apresentou a ele”, explica o corintiano de 35 anos, que já viu mais de 100 jogos da equipe alvinegra em Itaquera.

De consonância com Natalia, a estima do grupo transcendeu os limites da anfiteatro Corinthians. A família acompanhou o Corinthians em Curitiba, Rio de Janeiro, Porto jubiloso e Campinas. “Em outubro vamos no sentido de Salvador”, disse a torcedora, que só perdeu dois jogos do time desde 2015.

No grupo, há figuras conhecidas em quase todo o estádio. longe de Dona Wanda, a torcida conta com o menino Arthur, mais conhecido como míni-Cassio, sempre escalado nos ombros do pai. “Eu sempre chego com meu filho depois. A gente desce, cumprimenta o pessoal, realiza aquela confusão que estamos acostumados”, disse Robson.

“É tipo uma família. Toda vez é o mesmo pessoal. Sempre vai chegando mais um no sentido de gerar aquela corrente que dá no sentido de ver em todos os jogos”, completou o torcedor corintiano.

Família é grande

acervação pessoal

Jaiane e Paulo sempre vão à anfiteatro Corinthians e ficam no conjunto 411 do setor Sul

Nas anca ao lado, mais gente se une pelo Corinthians. É o caso do casal Paulo Pacheco e Jaiane Valentim, que sempre veem os jogos no conjunto 411, mais próximo da emblema de escanteio.

“Buscamos ficar sempre na primeira fileira, assaz próximo ao campo e tentamos ficar sempre nas mesmas anca. A gente sempre chega cedo e vê o mesmo pessoal lá, acaba conversando, falando do Corinthians, do jogo. É legal porque o vantagem é o mesmo, fica mais fácil gerar estima deste modo”, ressaltou Jaiane.

“Na anfiteatro conheci figuras que sempre vão aos jogos, como a Dona Wanda, que grita “Vai, Corinthians” direto e assaz elevado, o Wagner, que tem o corpo quase todo tatuado com desenhos do Corinthians, e o Marreta, que tem mobilidade reduzida e conta com a solidariedade dos colegas no sentido de portar seu lugar reservado”, conta Paulo.

acervação pessoal

Natalia, Marcel e Daniel juntos na anfiteatro

O casal de namorados da mesma forma é indeficiente conhecido pelas faixas criativas com menções aos jogadores corintianos. “Levamos uma faixa que tenha a ver com o jogo. Depois da final do Campeonato Paulista, do “Não vi Basílio, mas vi Romero” e “Jô é melhor que Drogba” sempre perguntam: “e então, qual a faixa de hoje?”, disse Jaiane.

no sentido de Paulo, dia do jogo do Corinthians virou um evento depois do encontro constante dos unido no local. A imagem é sempre chegar cedo e correr no sentido de a primeira fileira a fim de pegar um lugar privilegiado.

“no sentido de quem frequenta o setor sul e fica na “grosso”, não tá chegar na hora da partida. Todos os assentos da anfiteatro Corinthians são marcados, mas no setor sul não há essa cerimônia. Quem chega primeiro pega o melhor lugar. Estamos todos na mesma união, o que importa é ver o Corinthians jogar”, ressaltou o torcedor.

estima, ternura e sustentáculo. anfiteatro Corinthians une torcedores e forma “família” – Futebol

Fonte: https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/08/13/estima-ternura-e-sustentáculo-anfiteatro-corinthians-une-torcedores-e-forma-familia.htm