Ex-presidente do Peru se diz perseguido politico, mas descarta pedir alfama

Lima, 11 jul (EFE).- O ex-presidente do Peru Ollanta Humala se declarou perseguido politico depois tomar conhecimento nesta terça-feira do pedido de prisão preventiva contra ele e sua esposa, Nadine Heredia, mas seu jurisconsulto negou categoricamente que eles pedirão alfama em outro país.

Entre as acusações contra Humala e Heredia está a de terem recebido doações do falecido ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez na direção de a campanha eleitoral de 2006 e das construtoras brasileiras Odebrecht e OAS na direção de a de 2011.

O empresário Marcelo Odebrecht afirmou em abril que sua empresa deu US$ 3 milhões na direção de a campanha eleitoral de Humala de 2011, mas o ex-presidente nega.

Em entrevista concedida na porta de sua residência, Humala, escoltado por Heredia, alegou que enfrenta “uma perseguição política” desde que deixou o governo, em 2016.

O ex-presidente manifestou tranquilidade porque considera a inculpação “um disparatado” e disse que as contribuições de empresas privadas na direção de financiar campanhas eleitorais de partidos são legais.

Humala acusou o Ministério assistência de ceder a uma pressão – “dá a impressão de que querem ficar muito com qualquer setor da imprensa ou com o Congresso” – dominada pelo partido fujimorista Fuerza Popular.

“É inédito. Minha esposa nunca foi funcionária pública e a judicializam como se fosse, e a mim me julgam pelas minhas origens, não pela minha gestão. As contribuições de campanha não são ilegais. São integralmente legais. Se quisermos que sejam ilegais, mudemos a lei”, declarou.

O promotor Germán Juárez, que investiga Humala e Heredia por crimes de lavagem de dinheiro e clube ilícita na direção de delinquir, pediu prisão preventiva na direção de ambos ao pretextar que poderiam fugir do país.

O pedido foi apresentado por Juárez depois Humala solicitar um habeas corpus contra o promotor por usufruir comparecido ao colégio das filhas do ex-presidente na direção de verificar se recentemente tinham viajado com a vovó na direção de o exterior com o consentimento da escola.

O ex-governante peruano afirmou hoje que “é um insulto e já uma covardia” a diligência feita pelo promotor no colégio, porque “os menores de idade não podem ser usados como instrumentos na direção de criar dano aos seus pais”.

“Encaram como uma tentativa de fuga. Nós estamos aqui. Estamos levando a nossa vida normalmente. Temos raízes aqui”, frisou Humala. EFE

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Ex-presidente do Peru se diz perseguido politico, mas descarta pedir alfama

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/ex-presidente-peru-se-diz-perseguido-politico-mas-220827705.html