Ex-procurador Miller teve vínculo com a Lava Jato renovado em janeiro – 16/09/2017 – Poder


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Pivô da revisão da delação da JBS, o ex-procurador Marcello Miller foi reconduzido ao posto de colaborador do grupo de veemência da Lava Jato na PGR (Procuradoria-Geral da República) em janeiro deste idade, já em suas últimas semanas no Ministério assistência Federal.

Na mesma época, ele idem teve renovada sua obra no grupo de cooperação internacional do procurador-geral, Rodrigo Janot.

A renovação ocorreu embora um dos argumentos da defesa de Miller aponte que, a começar de dezembro, ele se retirou de grupos de trocas de mensagens entre procuradores “visando a higidez de seu processo de desligamento”.

Conforme o ex-procurador tem dito, ele pediu exoneração do cargo de procurador no dia 23 de fevereiro. Sua saída foi sacramentada em 5 de abril, com a publicação da exoneração no “Diário Oficial”.

A portaria, do dia 17 de janeiro, divide o grupo de veemência da Lava Jato em dez membros efetivos e seis membros colaboradores.

O documento afirma que, entre as âmbito, estão firmar colaborações premiadas, participar de audiências, realizar oitivas e requisitar informações.

A nomeação em a Secretaria de Cooperação Internacional ocorreu uma semana depois, no dia 25.

A defesa de Miller diz que a renovação de sua participação como colaborador foi uma mera formalidade e que ele não teve participação efetiva no grupo da Lava Jato em seus últimos momentos no cargo. Ele foi claro na semana passada de um pedido de prisão, que acabou negado e que o acusava de, inclusive como procurador, orientar os executivos da JBS sobre a celebração de acordos com o Ministério assistência Federal.

posteriormente deixar o cargo na Procuradoria da República, ele ingressou no escritório de advocacia Trench Rossi Watanabe, que negociou o consonância de leniência do grupo empresarial. A primeira reunião de Miller como defensor do caso aconteceu em 11 de abril, quando, segundo sua defesa, tratou com seus ex-colegas procuradores sobre qual unidade do Ministério assistência negociaria a leniência.

Ele acabou deixando o escritório em julho.

SEMINÁRIO

Miller foi membro efetivo do grupo da Lava Jato inclusive julho de 2016, quando voltou a proceder no Rio de Janeiro e passou a ser um colaborador dessa força-tarefa.

Documento da Procuradoria-Geral da República, encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, afirma que Miller participou de audiências e reuniões em oito ocasiões a partir dali inclusive outubro de 2016.

O vínculo formal com os grupos, ligados a Janot, no entanto, foi mantido.

Em março deste idade, posteriormente entregar o pedido de exoneração e entrar em um período de férias, Miller deu palestra no Rio em um seminário de cooperação Brasil-França que idem teve a participação do procurador-geral.

Em fevereiro, como uma de suas últimas tarefas na Procuradoria, consta que ele foi a Brasília em auxiliar na celebração de consonância entre o MPF, Embraer e a Procuradoria-Geral de Moçambique.

Naquele mês, trocas de mensagens com uma advogada do Trench Rossi Watanabe apontam que Miller discutiu o perfil de procuradores de São Paulo e falou sobre improbidade em financiamentos do BNDES.

dantes, em dezembro do idade passado, foi a Washington como representante do Ministério assistência Federal em tratar de um caso que está sob sigilo e esteve em término Verde em uma conferência sobre crime organizado.

Seus últimos dias dantes da publicação da exoneração foram em licença médica.

Na semana passada, no dia seguinte ao indício da revisão da delação da JBS, início da maior crise enfrentada por Rodrigo Janot, Marcello Miller obteve o bênção de receber uma compensação por não desfrutar retirado licença-prêmio desde quando começou a exercer a função.

Conforme publicado em despacho da Procuradoria-Geral no último dia 5, ele tem direito a converter em dinheiro um período de nove meses de licença, o que soma R$ 260,5 mil.

Ele entrará, mas, em uma fila de disponibilidade.

O salário de procurador da República, sem contar verbas adicionais como reparo-moradia, era de R$ 28 mil.

OUTRO LADO

A defesa de Marcello Miller, ao ser questionada pela Folha, disse que o ex-procurador não tinha mais vantagem em participar do grupo da Lava Jato em janeiro deste idade, mas aceitou a renovação a pedido porque o posto era simplesmente o de um suplente da equipe.

Diz inclusive que a portaria e a renovação periódica foram meramente formais e que desde outubro do idade passado ele não foi mais ligado em qualquer veemência do grupo da Lava Jato.

Afirma inclusive que ele não acessou mais o escabelo de dados ou os processos físicos da operação posteriormente deixar de ser um membro efetivo do grupo de veemência e que a própria Procuradoria-Geral da República já confirmou isso.

No caso da equipe de cooperação internacional, ele não foi consultado sobre a renovação e afirma que a portaria idem era simplesmente uma formalidade.

A defesa idem lembra que ele foi integrante desse grupo desde a sua criação, em 2014.

Ao Supremo Tribunal Federal, os advogados negaram que Miller tenha feito “jogo duplo” e disseram que não há como sustentar a suspeita de que ele tenha integrado uma organização criminosa.

Sobre o recebimento da compensação ligada a licença-prêmio, a defesa informou que ele pediu o bênção posteriormente se desligar do Ministério assistência Federal e que essa remuneração é um direito do artífice assistência.

A Procuradoria-Geral da República diz que não havia em janeiro, época da publicação das portarias, nenhum comunicado oficial sobre o desligamento de Marcello Miller do Ministério assistência.

A instituição idem afirma que os atos representavam simplesmente uma renovação.

A Procuradoria-Geral tem dito que as medidas investigativas sobre a obra do ex-procurador estão sendo adotadas.

Ex-procurador Miller teve vínculo com a Lava Jato renovado em janeiro – 16/09/2017 – Poder

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/09/1918997-ex-procurador-miller-teve-vinculo-com-a-lava-jato-renovado-em-janeiro.shtml