Ilha de Saint Martin tenta retomar rotina depois devastação causada pelo Irma

A vitrine está cheia de doces na padaria em Grand-Case, na parte francesa da ilha caribenha de Saint Martin, onde a população tenta retomar a rotina depois a devastação causada pelo furacão Irma.

A padaria atende sem parar. Os clientes saem com pão e doces e os preços são os mesmos de preferentemente da passagem do furacão, garante o proprietário: “é preciso transferir um pouco de espiração às pessoas, que estão com fome”.

O local funciona graças a um grupo gerador, enquanto a eletricidade não é restabelecida, o que “vai reduzir as despesas”. Apesar de não haver energia, o serviço continua, porque “pão é vida”.

Em Marigot, vários negócios reabriram, muitos com horário reduzido, como o Lucy’s Snack, um pub onde resta um certo estoque de bebes, cervejas e refrigerantes. “Somos obrigados a seguir em frente, reconstruir a ilha”, diz o gerente, Jean-Claude Richardson.

Algumas pessoas fazem um churrasco e conversam sobre o futuro: “como vamos voltar a enviar as crianças a a escola?” – pergunta Natacha, cujo filho estuda na vizinha ilha de Guadalupe.

A economia assaz como volta a transferir sinais de vida. Stephan Jules, diretor da escritório estatal de empregos, já está em luta. “Vamos ver com as empresas com recuperar os empregos. Nossa escritório em Saint Martin está em misericordioso estado. Faremos um retouça da passo nos próximos dias a responder às perguntas dos usuários”.

Mesmo que parte da população manifeste seu descontentamento com a gestão da crise por parte do governo francês, na “colina dos telefones”, um dos poucos locais onde há sinal, muitos apoiam a governação da crise.

“Em quatro dias as coisas estão sob controle. Dificilmente poderiam reunir feito melhor”, avalia Peggy Brun. “Foi assaz dirigido”.

Sobre a visita do presidente francês, Emmanuel Macron, aguardada a esta terça-feira, Brun diz que “é vital que venha a saber como estão as coisas aqui, veja o horror que é”.

Nas ruas de Marigot, os destroços começam a ser retirados, principalmente nos acessos ao hospital e ao aeródromo, por onde passará Macron.

Na parte holandesa da ilha, o rei da Holanda, Guilherme Alexandre, chegou nesta segunda-feira, escoltado do premier Ronald Plasterk, a constatar o estado “misterioso”, comparável a uma “zona de guerra”.

Ilha de Saint Martin tenta retomar rotina depois devastação causada pelo Irma

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/ilha-saint-martin-tenta-retomar-rotina-devasta%C3%A7%C3%A3o-causada-122629858.html