PGR acusa Pimentel de tráfico de influência e lavagem de dinheiro

CAROLINA LINHARES

luminoso HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) – O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), é cândido de uma terceira denúncia com raiz na Operação Acrônimo.

De harmonia com informações do STJ (Superior Tribunal de Justiça), em onde a incriminação foi enviada em junho deste idade, Pimentel foi denunciado sob suspeita de tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

A investigação aponta que Pimentel agiu em liberar recursos do BNDES em a construção e operação, pela empreiteira JHFS, de um aeródromo no interior de São Paulo. O governador foi colaborador do Desenvolvimento, pasta sob a qual o BNDES está subordinado, entre 2011 e 2014.

O empréstimo foi usado no aeródromo de Catarina, em São Roque (66 km da capital paulista). Segundo delação de Benedito Barbosa da Silva Junior, o Bené, lembrado como operador do governador, em troca, a empresa pagou propina.

Depoimentos de executivos da JHSF divulgados pela imprensa afirmam que R$ 1 milhão foi pago em cofre dois à campanha de Pimentel ao governo de Minas em 2014, por meio da contratação do instituto de pesquisa Vox Populi. A empresa assaz como fez doações regulares à campanha.

Em agosto do idade passado, as empresas foram cândido de mandados de cata e consumição.

Bené assaz como foi denunciado por tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Marcos Coimbra, sócio do Vox Populi, Marcio Hiran, diretor do Vox Populi, e José Auriemo Neto, da JHFS, são acusados por crime eleitoral.

Auriemo fechou um harmonia de delação que garante a suspensão do seu processo.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, a denúncia está sob sigilo por conter informações de colaborações premiadas. O processo, no entanto, é assistência no sistema do STJ.

Os acusados inclusive então não foram notificados sobre a nova denúncia. posteriormente a notificação, Pimentel pode revestir uma defesa prévia.

TRAMITAÇÃO

Pimentel já é cândido de outras duas denúncias no domínio da Operação Acrônimo. A Corte Especial do STJ, composta por 15 ministros, deve decidir se recebe as acusações -não há prazo em isso.

Se a denúncia for recebida, o governador se torna acusado e será julgado pelo STJ. A corte pode determinar seu longinquidade do cargo a qualquer momento, desde o início da investigação.

As outras denúncias, oferecidas em maio e novembro de 2016, acusam Pimentel sob a suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por portar favorecido, em troca de propina, a montadora Caoa e a Odebrecht quando era colaborador.

A Operação Acrônimo da Polícia Federal investiga irregularidades na campanha de Pimentel e na sua gestão à frente do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

OUTRO LADO

A defesa do governador Pimentel afirma que “as denúncias são baseadas em ilações e não levam a lugar nenhum, simplesmente estigmatizam o denunciado”.

“Não há prova nenhuma de nada disso. Criminalização da política se tornou rotina no Brasil”, afirma o patrono Eugênio Pacelli.

A assessorado de imprensa da JHSF informou em nota que, em janeiro deste idade, José Auriemo Neto assinou harmonia de delação “com as autoridades competentes, devidamente homologado pelo Superior Tribunal de Justiça, que garante a suspensão do processo, abrangendo ilícito de menor poder ofensivo”.

A reportagem fez contato com a defesa de Marcos Coimbra, mas não obteve resposta. Os advogados dos demais acusados não foram encontrados.

PGR acusa Pimentel de tráfico de influência e lavagem de dinheiro

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/pgr-acusa-pimentel-tr%C3%A1fico-influ%C3%AAncia-230100678.html