Policiais fazem greve de fome na Venezuela por liberdade

Catorze policiais venezuelanos presos há um idade completaram nesta terça-feira 18 dias em greve de fome com destino a exigir que cumpram a ordem de libertação de um tribunal que os processou pelo assassinato de um jornalista ligado ao chavismo.

O Serviço de Inteligência (Sebin) “se nega a cumprir a ordem de libertação”. “Isso é um caso político, tanto minha irmã como seus companheiros estão presos por pertencer à polícia de Chacao”, afirmou Pierina Medida, irmã de Venus, uma das detidas.

Sentada na rua, próximo ao edifício onde funciona um escritório das Nações Unidas, Medina parou de comer há oito dias em solidariedade a sua irmã. igualmente se somaram à greve familiares de outros dois policiais.

Pierina está fraca por não se nutritivo, mas fala com firmeza. “Liberdade já!” pode ser lido em um dos vários cartazes colados na parede.

“Os 14 estão em uma zona de seis metros. Amontoados. Quando minha irmã chegou, teve que dormir no chão com 33 mulheres”, sustentou Medina.

Em maio de 2016, o comando da polícia de Chacao passou com destino a o governo, obra considerado pelos opositores como perseguição política.

Isto ocorreu depois que os 14 agentes foram acusados pelo homicídio do jornalista Ricardo Durán em 20 de janeiro de 2016. O principal suspeito os incriminou ao fundar que a munição usada estava em poder da polícia.

Durán trabalhou na emissora governamental VTV e foi chefe de Imprensa do governo do Distrito Capital, em Caracas.

A Procuradoria pediu sua libertação alegando que “a investigação não produziu elementos que os relacione com o caso”.

Policiais fazem greve de fome na Venezuela por liberdade

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/policiais-fazem-greve-fome-venezuela-liberdade-233442246.html