posteriormente prisão, Wesley ataca PGR ao dizer que ‘crime foi dispor assinado delação’ – 13/09/2017 – Poder


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Em assistência na Justiça Federal posteriormente ser preso, o empresário Wesley Batista, sócio do grupo JBS, reclamou de sua detenção e atacou o Ministério assistência Federal. “Não sei que crime cometi. Começo a pensar que o crime foi dispor assinado um contrato de delação com a Procuradoria-Geral da República. Pergunto se o crime que cometi foi dispor me tornado colaborador”, afirmou Wesley.

posteriormente ouvir o empresário, o juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, acatou pedido da defesa de Wesley e determinou que ele permaneça preso na carceragem da Superintendência da Polícia Federal na capital paulista.

Em geral, as pessoas detidas em regime de prisão preventiva pela PF são transferidas a instituições carcerárias estaduais, mas em seu despacho o juiz afirmou que a manutenção de Wesley na superintendência deve ocorrer “diante da pessoa e da causa”.

A prisão na manhã desta quarta-feira (13) fez parte da segunda fase da Operação Tendão de Aquiles, que investiga, desde junho, se os irmãos Batista se beneficiaram de seu contrato de delação a lucrar no mercado financeiro, fazendo reservas.

A prática, no mercado, é apelidada de “insider trading”. Documentos apresentados pela JBS à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) mostram que pessoas ligadas aos irmãos Batista venderam R$ 200 milhões em obra da empresa alguns dias anteriormente da divulgação do contrato com a PGR, em 17 de maio deste idade.

posteriormente prisão, Wesley ataca PGR ao dizer que ‘crime foi dispor assinado delação’ – 13/09/2017 – Poder

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/09/1918126-apos-prisao-wesley-ataca-pgr-ao-dizer-que-crime-foi-dispor-assinado-delacao.shtml