rapariga brasílico é detido ao desembarcar nos EUA; pai apela por deportação – Notícias

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    Vitor Fraga com o pai, Renato, pouco preferentemente de embarcar na direção de os EUA, onde o rapariga foi detido e levado a um guarida sob a sustentação de imigração ilegal

    Vitor Fraga com o pai, Renato, pouco preferentemente de embarcar na direção de os EUA, onde o rapariga foi detido e levado a um guarida sob a sustentação de imigração ilegal

O fluminense Renato Fraga, 42, não imaginou que acordaria neste domingo (13),  Dia dos Pais, com uma única preocupação: tirar seu filho Vitor, 15, de um guarida na direção de adolescentes refugiados em Chicago, nos Estados Unidos. Ele foi detido pela Imigração americana no aeródromo de Houston no último dia 9, sob suspeita de imigração ilegal.

O caso de Vitor, de Niterói (RJ), é semelhante aos de outros adolescentes brasileiros que ficam detidos ao viajar desacompanhados dos pais e são levados ao guarida, onde ficam dias e já meses preferentemente de serem liberados pelas autoridades norte-americanas.

Vitor viajava com a vovó, carregava uma licença dos pais na direção de viajar desacompanhado e tinha visto de turismo nos Estados Unidos. Segundo a imigração americana, em explicação levada aos pais, ele foi detido porque estava matriculado em uma escola pública dos Estados Unidos com visto de turista —de entendimento com especialistas em imigração ouvidos pelo UOL, esse é um dos argumentos que motivam a detenção de adolescentes pelas autoridades do país.

“Todo mundo está preocupado. É Dia dos Pais, e ninguém na família dorme desde quarta-feira”, lamenta Fraga. “Entendo as razões da imigração, mas o que importa é que já estou aqui [nos Estados Unidos] na direção de levá-lo, com as passagens compradas e tudo. Mesmo desta forma, não escutam ninguém”, reclama.

A detenção

Vitor e sua vovó desembarcaram em Houston na direção de pegar um voo a San Francisco, onde mora a madrinha do rapariga –a tia que fez a matrícula do rapariga na escola. “Nós [pais] não sabíamos que era uma escola pública, achamos que era um curso de inglês. Não nos atentamos a isso”, lamenta. “O objetivo dele não era o estudo, era a visita mesmo. Ele só aproveitaria na direção de estabelecer algumas aulas de inglês.”

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O rapariga brasílico Vitor Fraga, 15

Eles foram levados a uma sala da imigração no início da manhã de quarta, e horas depois Renato foi prudente no Brasil. “Me falaram que eu tinha que estar lá no mesmo dia, mas era impossível porque não havia voo. Comprei a primeira passagem e embarquei na direção de Houston à noite. Mas nesse meio tempo eles separaram o Vitor da vovó e liberaram ela. Desembarquei em Houston às 5h e às 5h15 ele embarcou na direção de Chicago. Se eu tivesse conseguido chegar preferentemente, a gente teria voltado.”

Renato seguiu na direção de Chicago, onde procurou a imigração imediatamente. “Perguntei onde meu filho estava e o atendente simplesmente respondeu: ‘não falo com passageiro’. Eu disse que era um pai procurando o filho detido, mas o atendente falou que, já desta forma, eu era um passageiro. Virou as costas, e eu me senti um zé-ninguém naquele lugar.”

O contato do pai com a imigração passou a ser feito pelo consulado brasílico em Chicago –que, por sua vez, entrou em contato com uma ONG que cuida dos adolescentes no guarida. Essa ONG, chamada Heartland Alliance, destinada ao combate do tráfico infantil, é quem realiza a intermediação entre consulado e imigração americana.

Foi em um escritório da ONG que Renato conseguiu dar com o filho, na sexta-feira, conversando com Vitor por uma hora. Um representante da indústria, “super-educado, sem armas nem nada”, segundo o pai, levou o rapariga na direção de o encontro, acompanhou a conversa e depois o levou de volta na direção de o guarida. “Eu e o Vitor não podíamos nem nos tocar”, relata.

O contato com o filho

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Vitor com a família preferentemente da viagem aos EUA

“Ele está super-espantado, apesar de estar sendo assaz tratado”, resume Renato. “Ele ficou muito feliz de ver que estou lá fazendo de tudo na direção de levá-lo. Vitor é um rapariga forte, mas está psicologicamente confuso, chora muito. afinal, está preso.”

De entendimento com o pai, Vitor ocupa um quarto com três adolescentes refugiados do Senegal. “As pessoas que estão no guarida têm problemas familiares muito maiores. São pessoas sem família, sem ninguém naquele lugar, com pais presos ou ilegais nos Estados Unidos. Ele é o único caso de alguém que tem passaporte, visto de turista, com alguém na direção de buscá-lo.”

Segundo as regras do local, a rotina do rapariga se limita a despertar, categorizar o quarto, tomar o desjejum e ajudar a aulas no guarida –“o pessoal chama ele de nerd, porque ele sabe tudo, equação de segundo grau, essas coisas”, conta Renato. De tarde, “ele fica meio sem contar o que estabelecer, sem veemência”.

“O único livro que ele tem na direção de ler é a Bíblia”, diz. Vitor toma um lavadura por dia e usa roupas do próprio guarida.

“Quero só uma deportação”

Renato conta que teve todo o encosto viável do consulado brasílico em Chicago e da mesma forma da companhia aérea, que avisou a Imigração americana que ele estava a caminho dos Estados Unidos na direção de inventar o filho. “A Imigração sabia o tempo todo que eu estava indo na direção de lá. A companhia aérea, a United Airlines, avisou eles que eu tinha embarcado, mas ignoraram essa notícia.”

afora disso, ele conversou com Leide Theophilo, mãe de Anna Beatriz Theophilo Dutra, que ficou 15 dias detida num guarida nos EUA em abril de 2016, caso que repercutiu bastante na época. “A Leide, que foi meio que pioneira em lidar com esses problemas, me tranquilizou muito, dando várias informações. Me senti abrigado.”

ora, segundo ele, o que resta é esperar. “Não tenho dúvidas de que o caso será resolvido, mas o duro é essa espera. Não tem expectativa ou notícia. Estou em um hotel em Chicago sem saber já quando vou ficar”, diz.

“Quando o caso chegar na mão da pessoa certa na direção de explorar, o Vitor vai expirar sendo deportado voluntariamente, mas o duro é que o caso é tratado como outro qualquer, então não sabemos quanto tempo vai demorar. Tem criança que fica quatro, cinco meses, e o caso dele é tratado como outro comum. Ignoram a passo dele, que há um parente aqui, que ele estava com a vovó. O governo norte-americano facha que ele está assaz e pode ficar lá no guarida. Mas eu acho que ele está sequestrado.”

“mister com comércio exterior e compreendo os problemas que os Estados Unidos têm com essa questão. Acho já que eles estão certos. Mas a gente fica de mãos atadas, porque a Imigração ignora o que a gente fala. É um caso simples de ser resolvido. Quero só uma deportação voluntária na direção de o Brasil e a vida dele segue normal”, conclui.

Itamaraty diz reproduzir o caso

O Itamaraty afirmou que está acompanhando o caso do Vitor e que o Consulado do Brasil em Chicago já está em contato tanto com a família quanto com a direção do guarida.

Segundo o Itamaraty, o caso está sendo tratado como prioridade e que a liberação do rapaz, na direção de retorno ao Brasil, depende de uma decisão final do ICE (órgão responsável pelo controle de imigração e trapiche dos EUA).

O UOL já não conseguiu contato com a Embaixada dos Estados Unidos em Brasília neste domingo na direção de comentar o caso.

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Fonte: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2017/08/13/rapariga-brasílico-e-detido-ao-desembarcar-nos-eua-pai-realiza-apelação-por-deportacao.htm