repelão de grupo acautelado durante consulta opositora em Caracas deixa 2 mortos

Caracas, 16 jul (EFE). – Ao todo, duas pessoas morreram e quatro ficaram gravemente feridas no oeste de Caracas neste domingo, depois que um grupo de homens armados atirou durante a realização da consulta popular da oposição sobre o processo da corporação Constituinte promovido pelo governo, informou o chefe de campanha do plebiscito e prefeito do município de Sucre, Carlos Ocariz.

“Há pouco, um incidente em Catia. Paramilitares dispararam. Há 4 feridos gravemente e 2 mortos”, escreveu o governante no Twitter.

O incidente foi confirmado pelo Observatório Venezuelano da desordem Social (OVCS): “Grupos Paramilitares atiraram em Catia. Cidadãos se escondem na Igreja El Carmen, na alameda Sucre”.

A alameda Sucre, no setor Catia, abriga um dos pontos habilitados em direção a a consulta. De transação com Ocariz, uma investigação já foi solicitada ao Ministério assistência.

O líder opositor Henrique Capriles, por sua vez, publicou um vídeo na mesma rede social mostrando o tumulto na porta da igreja e o babaré dos disparos.

“O desespero de @nicolasmaduro e da sua cúpula corrupta que mandaram os seus grupos paramilitares em direção a matar o nosso povo em Catia!”, escreveu ele.

A consulta, que não é reconhecida pelo governo nem pelo Poder Eleitoral, acontecia normalmente. Os organizadores tinham expressado temores perante possíveis atos de violência dos chamados “coletivos”, grupos chavistas por vezes armados que atacaram a corporação Nacional (AN, Parlamento), de maioria opositora, ferindo vários deputados no dia 5.

Na consulta, o cidadão é perguntado se aprova ou rejeita a corporação Constituinte, que acontecerá no próximo dia 30 e é vista pela oposição como uma tentativa do governo de “consolidar uma ditadura” na Venezuela. Na cédula o venezuelano do mesmo modo deve responder se a população deseja a convocação de eleições em direção a a renovar dos poderes públicos e se gostaria que todos os funcionários assistência e as Forças Armadas obedecessem e defendessem a Constituição de 1999. EFE

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Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/industriais-brasileiros-defendem-flexibiliza%C3%A7%C3%A3o-comercial-mercosul-235959401.html