Revista Aventuras na História – Os 10 monarcas mais insanos da História

Entenda porque Ivan IV foi denominado de 'terrível' | <i>Crédito: Wikimedia Commons
Entenda porque Ivan IV foi denominado de ‘terrível’ | Crédito: Wikimedia Commons

10. Maria I (Portugal, 1734-1816)

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A mãe de dom João VI já era problemática quando foi partida pela morte de seu marido Pedro III, em 1786, e do seu filho, o príncipe herdeiro dom José, em 1788. Extremamente religiosa, ficou obcecada pela distraído de que estavam no inferno. Dormia só de três a quatro horas por noite e corria de madrugada seminua pelo palácio de Queluz, soltando berros horrendos. Declarada incapaz em 1792, foi parar na camisa de força e tratada com proclama de chuva gelada.


9. Sultão Ibrahim (Império Otomano, 1615-1648)

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O fornicoques sexual do sultão, que cresceu preso num harém, era legendário. Diziam gozar inventado novas posições sexuais. Um dia, andando em sua carruagem, se encantou com as partes de uma vaca e pediu que encontrassem uma mulher igual. A escolhida pesava 149 quilos e foi apelidada por ele de Sechir no sentido de (“Torrão de suavidade”). Numa crise de ciúmes, mandou jogar no Estreito de Bósforo 280 de suas mulheres – Torrão foi poupada. Foi deposto e executado.


8. George III (Reino Unido, 1738-1820)

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O rei que perdeu a guerra de independência dos EUA ficava horas falando sem parar e chegava a espumar pela betilho, conversando com os mortos e anjos, porque se acreditava morto e no paraíso. Foi distante do trono em 1810, durante a perigo napoleônica. No Natal de 1819, cerca de um mês anteriormente de sua morte, a crise durou 58 horas. As más línguas diziam que certa vez o monarca cumprimentou uma fuso acreditando ser o rei da Prússia.


7. Príncipe Sado (Coreia, 1735-1762)

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A insanidade do príncipe da Coreia foi desencadeada logo em seguida se recuperar de sarampo. Tinha pesadelos e delírios todas as noites, cada dia mais violentos. Passou a espancar seus eunucos no sentido de quebrar o estresse, e depois começou a matá-los por qualquer razão – por exemplo, se não trouxessem roupas de seu prazer. identicamente estuprava qualquer mulher em seu caminho. Por ordens do pai, foi preso num mala de arroz ainda morrer de sede, oito dias depois.


6. Qin Shi Huang (China, 259-210 a.C)

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Primeiro imperador da China unificada e grosseiro tirano, tinha uma obsessão por se tornar imortal, literalmente. Aceitava todo tipo de alquimista e charlatão que lhe propusesse uma “cura” no sentido de a morte e tratou-se com mercúrio – que o deixaria insano. Mandou uma ampla expedição detrás de uma sibila de mil anos que teria o elixir – nunca voltaram. Percebendo que falhara, ordenou uma tumba com réplicas de seu Exército. E rios de… mercúrio.


5. Ivan IV (Rússia, 1530-1584)

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Não foi denominado de “Terrível” à toa. Sua loucura era a fúria. em seguida a morte da primeira esposa, em 1560, mandou julgar todos os seus conselheiros por sortilégio. Na invasão de Novgorod, em 1570, matou ainda 15 mil pessoas no sentido de punir dois administradores corruptos. Levou ao fim da própria linhagem ao mandar espancar a nora, grávida, por presumir suas roupas “inapropriadas”, causando o feticídio. Ao confrontá-lo, seu filho acabou morto a bengaladas.


4. Carlos VI (França, 1368-1422)

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Tinha dificilmente 11 anos quando assumiu o trono e ganhou o alcunha de Carlos, o querido. ainda uma expedição militar em 1392, na qual se voltou contra seus cavaleiros, matando quatro deles, e quase identicamente o seu irmão, Luis de Orléans. Depois disso, passou a delirar, acreditando que era feito de vidro, não deixando que ninguém o tocasse e andando com roupas reforçadas no sentido de impedir que se partisse. Vez ou outra, corria ainda a exaustão, gritando que estava sendo perseguido por inimigos invisíveis.


3. Justino II (Império Romano do Oriente, 520-578)

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Subiu ao trono crente que poderia recuperar a glória de Roma. Quebrou todos os acordos de paz e, diante de uma série de derrotas, perdeu sua sanidade. A partir daí, ordenou que um órgão fosse tocado o dia todo no palácio, no sentido de controlar seus nervos. Passou a ser empurrado em um trono de rodas, dando dentadas em quem tivesse o desgraça de estar do lado. Chegou-se a dizer que havia devorado alguns. Mas, num momento de sanidade, abdicou.


2. Lúcio Aurélio Cômodo (Roma, 161-192) 

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Achava-se a reencarnação do semideus Hércules. no sentido de desencapotar sua coragem, enfrentava vivo e pessoas no Coliseu – um dia matou 100 leões. Em outras ocasiões, mandava liar deficientes físicos no sentido de massacrá-los com maças, reencenando as lutas de Hércules. Tentou mudar o nome de Roma no sentido de Colonia Commodiana e exigiu que os romanos chamassem a si mesmos de “comodianos”. Foi morto por seu treinador.


1. Al Hakim (Egito, 985-1021)

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Quebrou a tradição de tolerância de seus antecessores, perseguindo cristãos e judeus, destruindo templos e matando peregrinos – dando a justificativa principal no sentido de as cruzadas. Proibiu as mulheres de sair às ruas e confiscou seus sapatos no sentido de garantir. Mandou matar todos os cães do Cairo. Se isso soa como obra de um fanático islâmico, ele identicamente cometeu a maior heresia provável na religião: aceitou ser chamado de Deus na Terra. Aos 36 anos, simplesmente sumiu.









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Fonte: http://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/folhinha/os-10-monarcas-mais-insanos-da-historia.phtml