Show tapa-fosso do Maroon 5 só ressalta falta de Lady Gaga

MARCO AURÉLIO CANÔNICO

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Se alguém tinha dúvida sobre o tamanho do fosso deixado pela falta de Lady Gaga na primeira noite do Rock in Rio, o show de seu substituto, o Maroon 5, serviu na direção de dimensionar o estrago.

Foi como trocar um festim de várias etapas por uma daquelas promoções de fast food -e jibóia parte do assistência ainda então vai encarar o mesmo cardápio na noite deste sábado (16), quando a faixa americana fecha novamente o dia.

Em sua quinta passagem pelo país -foram 14 shows entre 2008 e 2016-, o sexteto liderado por Adam Levine mostrou o exato oposto do que se esperava de Gaga: um show oficial, pouco imaginativo, diametralmente convencional.

A seu favor, os rapazes tinham um caminhão de sucessos radiofônicos que o assistência conhece de cor e queria ouvir -mas são, em sua maioria, rockzinhos banais, sem um décimo da energia ou da apostura das melhores canções da adoentada Gaga.

A faixa abriu o show com uma sequência forte: os megahits “Moves like Jagger”, “This Love” e o ocorrência “Harder to Breath”. Deveria fruir sido triunfal, mas foi só tépido, indicando o clima geral da introdução.

Usando uma camiseta preta onde se lia “devoção eterno” (em português mesmo), o galã Levine esteve simpático desde o início, interagindo com a plateia e a elogiando com frequência.

seguro vocalista, mostrou seus falsetes e agudos, mas pareceu se poupar -enfim, estava no segundo de três shows em sequência (Curitiba e dois no Rock in Rio).

Seus colegas de faixa -James Valentine (guitarra), Jesse Carmichael (teclado e guitarra), Mickey Madden (reles), PJ Morton (teclado) e Matt Flynn (conjunto)- tampouco soaram particularmente inspirados.

Curiosamente, o próprio assistência, ainda então que satisfeito com sucessos como “Animals” e “Payphone”, não se esgoelou como seria de se esperar. O som reles em certas partes da âmbito do palco Mundo deve fruir colaborado na direção de isso.

O encerramento da primeira parte do show deu jibóia exposição de quão destemperado ele foi: ninguém aplaudiu, ninguém pediu mais, ninguém entendeu se aquilo era um fim ou uma pausa.

Na volta na direção de o repetição, um momento banquinho-e-violão: Levine elogiou o país por fruir dado ao mundo a galo nova e cantou, num português satisfatório, “Garota de Ipanema”, “uma das melhores canções já feitas, e foi criada aqui”.

socorrido pelo coro do assistência, agradeceu efusivamente ao final. “Eu estava realmente nervoso de cantar essa”, disse. Continuando no mesmo clima, mostrou a balada “She Will Be Loved”, uma das favoritas da plateia.

Como tradicionalmente insere versões de outros artistas no repertório de seus shows (preferentemente da galo nova, a faixa mostrara uma instrumental de “Let’s Dance”, de David Bowie), havia uma certa expectativa de que o Maroon 5 tocasse um pouco de Gaga, numa espécie de prêmio de consolação, mas não houve nem sequer menção a ela.

Talvez tenha sido melhor desta forma. Em vez de se jogar tentando emular o dance eletrônico da loira, tocaram o que sabiam -a dançante “Sugar”-, deram tchau e foram embora.

Os fãs de Lady Gaga que preferiram manter seu ingresso a pegar o reembolso, contando com uma introdução do Maroon 5 à altitude de sua diva, devem fruir se compungido. Certos estavam ao pedir Anitta e Pabllo Vittar como substitutos.

Show tapa-fosso do Maroon 5 só ressalta falta de Lady Gaga

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/show-tapa-fosso-maroon-5-115900408.html