Sobe a 62 o número de mortes em grave incêndio em Portugal

Lisboa, 18 jun (EFE).- O número de vítimas do grande incêndio que assola desde ontem o centro de Portugal subiu a 62 mortos e 57 feridos, segundo os últimos dados oficiais divulgados pelas autoridades, que manifestaram preocupação com o retorno de fortes ventos à região.

O secretário de Estado de organização Interna, João Gomes, destacou que o vento pode dificultar, também mais, as tarefas de controle e extinção das chamas, que continua com vários focos ativos.

Dos 57 feridos, seis estão em estado grave, de concordância com os dados, também provisórios, sobre a maior tragédia destas características que aconteceu no país nos últimos anos.

Duas das últimas mortes registradas se devem a um acaso de trânsito presumivelmente motivado quando os motoristas fugiam das chamas, segundo o secretário de Estado, que acrescentou que os bombeiros esperam em curto extinguir dois dos quatro focos que permanecem ativos.

Gomes ressaltou que as autoridades estão “preocupadas” com os ventos cruzados que começam a soprar na região, já que isso achega que se entre “em um cenário exatamente igual” ao que provocou ontem a rápida propagação do fogo.

Participam dos trabalhos de contenção das chamas aeronaves portuguesas e dois aviões espanhóis que, de concordância com o secretário de Estado, não conseguiram operar em vários locais porque “a coluna de fumaça era tão forte que os helicópteros não conseguiram descer ainda uma órbita onde tivessem visibilidade do incêndio”.

As tarefas avançam com os meios terrestres, que incluem mais de 680 pessoas, entre bombeiros e policiais, que vieram de Setúbal, Coimbra e Lisboa.

Fontes da Polícia Judicial (PJ) disseram à diligência Efe que o impacto de um raio em uma eixo seca é a causa mais provável deste incêndio, o mais grave dos últimos anos em Portugal. EFE

Sobe a 62 o número de mortes em grave incêndio em Portugal

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/20-pontos-importantes-enc%C3%ADclica-laudato-se-papa-francisco-235959466.html