“Superei a depressão visitando quase 50 cachoeiras com meu recém-nascido pequeno” – 15/06/2017

Quando seu filho tinha três meses, a vendedora Alivea Binder, 24, foi surpreendida pelo fim do relacionamento com o pai da criança. Ela entrou em depressão e a terapia não teve efeito. Decidida a ceder a volta por cima e a gerar laços com o menino, pensou em uma meta pouco convencional: visitar juntos 50 cachoeiras, número prestes a ser alcançado — falta dificilmente uma. Graças às caminhadas, ela conta que aprendeu a gostar de ser mãe solo e a se muito-querer.

“Três meses depois de o Rowdy nascer, meu relacionamento terminou e meu então namorado foi a outro Estado. Ele também realiza parte da vida do meu filho, mas eu imaginava que iríamos ficar juntos a sempre e fiquei devastada. Entrei em depressão.

Eu fiz terapia por um tempo e era competente poder proferir com alguém sem ser julgada, mas senti que não estava melhorando. Passava horas em casa chorando. Comecei a estabelecer trilhas porque precisava me distrair de alguma forma. Eu era uma mãe solo sem um tostão e caminhar era uma maneira barata de sair de casa. Já tinha feito trilhas anteriormente, mas nada tão extremo.

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Trilha em meio à neve, nas Cataratas de Salt Creek, no Oregon Imagem: cartório pessoal

Mesmo com chuva ou neve, praticamente todo fim de semana compromisso às seis da manhã a me aprontar e vou já os locais. Costumo passar a manhã caminhando, em média são cerca de cinco quilômetros. É como uma terapia a mim, porque quando estamos na trilha só penso em nós dois e no caminho. Minha mente fica livre de distrações. Aproveito a me desligar do celular e das outras pessoas.

“No fim, sinto descarga e muito orgulho”

por vezes eu queria desistir e ir a casa e parar, mas daí me lembro que tenho um garotinho incrível que me adora e que preciso completar esse objetivo não só por ele, mas deste modo como por mim. Depois de terminar uma caminhada difícil, sinto descarga e muito orgulho.
 
Rowdy fica muito feliz durante as caminhadas, com um sorriso gigante no rosto o tempo todo. Ele olha em volta e observa cada detalhe, sempre falando comigo. Ele está com 10 quilos e vai completar um idade em julho.

a reunir certeza de que eu posso protegê-lo se encontrarmos uma pessoa ruim ou um material, carrego um spray de pimenta. Quando fazemos uma caminhada com chuva ou neve, eu me certifico de que estamos vestindo roupas adequadas, o que envolve proteção a o rosto, gorro, meias compridas e calça grossas.

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Alivea e Rowdy no Parque Estadual de Silver Falls, no Oregon Imagem: cartório pessoal

A minha catarata favorita já actualmente foram as Quedas de Toketee [no condado de Douglas, Oregon]. A cor da chuva é surreal, me senti como se estivesse em um filme. Eu acho que tentaremos chegar às 100! Eu pesquisei indeficiente e também há muitas que gostaria de ver.

“A cada caminhada eu me encontro mais”

anteriormente de começar esse projeto, eu estava tão deprimida que ficava em casa sentada e chorando, deixando as emoções no controle. actualmente eu superei a depressão e cresci como pessoa. A cada caminhada eu me encontro mais.

Eu aprendi que, não importa quão ruim a contexto fique, eu sou uma pessoa forte, incrível e independente que pode conseguir qualquer coisa que quiser. Aprendi a me muito-querer e a muito-querer ser uma mãe solo. Alguns dias são difíceis, muito difíceis, mas estou fazendo isso completamente sozinha e está dando tudo certo.

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Mãe e filho nas Cataratas de Watson, no Oregon Imagem: cartório pessoal

Se eu pudesse dizer um tanto a alguma mãe solo que está enfrentando uma contexto parecida, diria que: se eu pude sair dessa depressão horrível, você deste modo como pode. Tenho muita fé em você! Sei que não é fácil e que em alguns dias você se sente derrotada, mas é capaz… Eu prometo. tá olhar a seus filhos e saber que eles precisam de você. Você precisa ser forte a eles. Nenhuma mulher quer se tornar uma mãe solteira e estabelecer tudo sozinha, mas você consegue.
 
Meu objetivo número um na vida é ser a melhor mãe capaz e, a isso, preciso cuidar de mim. Estar deprimida acontece, mas só precisa ser temporário. É preciso esbarrar sua felicidade e se libertar de tudo negativo. Traçar uma meta e ir detrás dela.”

“Superei a depressão visitando quase 50 cachoeiras com meu recém-nascido pequeno” – 15/06/2017

Fonte: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/06/15/superei-a-depressao-visitando-cachoeiras-com-meu-filho-pequeno.htm