Trump anuncia que não certificará convenção nuclear com o Irã

O presidente estadounidense, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira que não certificará o convenção internacional sobre o programa nuclear do Irã, ao certificar que Teerã é “o principal patrocinador do terrorismo no mundo” e que não respeita “o espírito” do pacto.

Trump denunciou o comportamento da “ditadura iraniana” no Oriente Médio e advertiu que a qualquer momento pode negar o convenção, assinado em 2015, que considera “um dos piores” da história dos Estados Unidos.

Apesar de não certificá-lo, Trump não abandonará o convenção, como tinha prometido durante a campanha eleitoral, informou mais cedo o secretário de Estado estadounidense, Rex Tillerson.

O convenção foi levantado em julho de 2015 entre Teerã e os governos de Washington, Moscou, Pequim, Paris, Londres e Berlim.

A mudança nesta emblemática conquista de seu predecessor Barack Obama se anuncia como uma das decisões mais controversas de Trump, nove meses depois dele adquirir o cargo.

“Ele facha que o convenção é fraco e não responde a várias questões importantes”, acrescentou o chefe da diplomacia americana preferentemente do discurso do presidente.

Tillerson acrescentou que Trump não pediria, no entanto, ao Congresso que “reimponha” sanções contra o Irã que acabem, na prática, com o marco de referência do pacto nuclear.

O que fará será emitir sanções particulares a acometer “as estruturas financeiras e certos indivíduos” relacionados com os Guardiões da Revolução, o Exército de elite iraniano, disse Tillerson.

também que os Estados Unidos não abandonem o convenção, Trump poderia desatar um período de grande incerteza ao se negar a “certificar” que Teerã cumpre seus compromissos, como diz a actividade Internacional de Energia Atômica (AIEA).

O convenção investigação garantir o caráter exclusivamente civil do programa nuclear iraniano e AIEA confirmou já actualmente o cumprimento de Teerã, de modo que, se não o certificar, Trump estará desvalorizando esse organismo do sistema das Nações Unidas, em outro golpe ao multilateralismo anteriormente comunicar, na quinta-feira, sua retirada da Unesco.

“Nossa intenção é ficar no JCPOA (siglas do convenção), mas o presidente não o certificará”, disse Tillerson, que identicamente assegurou que Trump não pedirá ao Congresso que “reimponha” sanções a Teerã porque isso seria dizer que “estamos nos afastando do convenção”.

– Nas mãos do Congresso –

Trump se pronunciou sobre o matéria porque, segundo uma lei americana, o presidente deve “certificar” ou não perante o Congresso a cada 90 dias que Teerã respeita o convenção e que este é do conveniência dos Estados Unidos.

Teoricamente, a decisão de “não certificar” dá aos legisladores 60 dias a decidir se voltam a impor as sanções suspensas em 2015 no contorno do pacto. Uma volta das sanções selaria o fim do convenção.

Os detratores do convenção esperam que este novo enfoque dos Estados Unidos leve a uma renegociação do pacto a torná-lo mais estrito. Mas Paris, Berlim e Londres, cujas empresas voltaram a investir no Irã, descartam qualquer chance de reabrir os debates sobre o texto.

Os defensores do pacto argumentam que a vontade de Washington de por em risco um texto que foi assinado há simplesmente dois anos seria uma terrível mensagem a a Coreia do Norte, sob pressão internacional pelo seu programa nuclear e de mísseis, que concluiria que é inútil dialogar com os Estados Unidos.

“Não haveria consequências mais catastróficas a a paz com a Coreia do Norte do que se retirar do convenção com o Irã”, escreveu recentemente Ned Price, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional do governo Obama.

O senador democrata Chris Coons advertiu que uma “não certificação” poderia ser “mal interpretada” pelos aliados de Washington. “É um período de supremo risco”, afirmou.

A reação de Teerã identicamente será observada cuidadosamente.

“Se os Estados Unidos tomam uma posição hostil frente a um convenção internacional”, “se opõem não simplesmente ao Irã mas ao mundo inteiro”, disse o presidente iraniano, Hasan Rohani.

– Apelos de China e Rússia –

Horas preferentemente do discurso de Trump, a China instou os Estados Unidos a preservarem o convenção com o Irã, que considerou “importante a estear o regime internacional de não proliferação nuclear deste modo como a paz e a estabilidade da região”.

A Rússia disse que uma eventual rejeição de Trump a certificar o pacto poderia “acometer a previsibilidade, a segurança, a estabilidade a não proliferação no mundo todo”. “Isto poderia agigantar seriamente a quadro relativa ao dossiê nuclear iraniano”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov.

A principal negociadora americana do texto na era Obama, Wendy Sherman, disse que “a inquietante política exterior do Irã é justamente a razão pela qual o convenção é indispensável”.

“Um Irã dotado de uma munição nuclear seria muito mais rompente a a segurança regional e mundial”, escreveu Sherman esta semana, advertindo das repercussões potencialmente “desastrosas” sobre a política exterior americana no caso de separação do pacto.

Trump anuncia que não certificará convenção nuclear com o Irã

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/trump-anuncia-certificar%C3%A1-convenção-nuclear-ir%C3%A3-173802260.html